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O Secretário Nacional de Saneamento Básico Pedro Maranhão fez uma visita às instalações da BRK Ambiental em Paço do Lumiar, uma das cidades maranhenses em que a concessionária é responsável pelos serviços de água e esgoto, além do município de São José de Ribamar.

Com o objetivo de conhecer a operação da concessionária, o secretário foi recebido por Marcelo Araújo, Gerente de Engenharia e Investimentos, Marcelo Hagge, Gerente Administrativo Financeiro e Gabriel Ramos, da área de Relações Institucionais. O Secretário visitou a sede da empresa e o Centro de Reservação 09, em Paço do Lumiar.

“A visita do secretário foi uma oportunidade de mostrarmos o trabalho realizado pela empresa no Estado e falar sobre os avanços obtidos em nossa operação ao longo dos últimos anos, como a universalização da distribuição de água; além de apresentarmos os projetos socioambientais realizados pela BRK Ambiental. Esses avanços foram conquistados graças aos investimentos da companhia na expansão do saneamento na região”, explicou Marcelo Araújo.

O Secretário Pedro Maranhão enalteceu os resultados apresentados: ‘’Os investimentos realizados pela concessionária e os avanços na disponibilidade e qualidade dos serviços ofertados à população são um exemplo. Neste sentido, o Novo Marco Regulatório do Saneamento, aprovado em 2020, será um instrumento fundamental para que o setor atraia ainda mais investimentos e alcance a universalização, em benefício de todos os brasileiros” declarou o Sec. Pedro Maranhão.

No Maranhão, a BRK Ambiental é responsável pela prestação de serviços para mais de 350 mil pessoas. No último ano, a concessionária investiu mais de R$ 20 milhões no sistema de abastecimento de água. Em 2021, estão previstos mais de R$ 60 milhões de investimentos em poços, adutoras, redes, automação, setorização, redução de perdas e no sistema de esgotamento sanitário dos dois municípios.


FOTOS – DIVULGAÇÃO: Os executivos da BRK Ambiental Marcelo Araújo, Marcelo Hagge e Gabriel Ramos recebendo o Sec. Nacional de Saneamento Básico Pedro Maranhão para uma visita técnica às instalações da concessionária em Paço do Lumiar.

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A Defensoria Pública do Estado (DPE/MA), por meio dos Núcleos Cível e de Defesa da Criança e do Adolescente (NDCA), e a Defensoria Pública da União (DPU/MA) encaminharam, nesta quinta-feira (14), recomendação ao Governo do Estado solicitando o adiamento das provas do Enem em todo o Estado. O certame está marcado para os próximos dias 17 e 24 de janeiro e é a principal forma de acesso ao ensino superior em todo o país.


A atuação conjunta tem o objetivo de evitar aglomerações e a consequente disseminação do vírus para estudantes e profissionais empenhados na aplicação da prova, além de diminuir a desigualdade de condições entre alunos das redes pública e particular de ensino, garantindo a todos o direito à educação e o acesso aos níveis mais elevados de ensino.


Na recomendação, os defensores públicos estaduais Joaquim Gonzaga Neto, Kamila Barbosa e Silva Damasceno, e o defensor público federal Yuri Costa, que atua na área de Direitos Humanos da DPU, ressaltam que a aplicação das provas do Enem está marcada para os dois próximos domingos, em um período em que o estado está vivenciando o chamado 2º pico de contaminações.


"Mesmo sendo um exame de responsabilidade federal, é o Governo do Estado que presta grande parte do apoio logístico para execução das provas, portanto acreditamos que ele tem a autonomia de adiar as provas. Entendemos, também, que numa balança, entre educação e saúde, a saúde é um bem maior na proteção do povo maranhense", frisou Joaquim Neto, destacando que alguns estados, dentre eles o Amazonas, conseguiram, mesmo que temporariamente, a não realização das provas.


As instituições relatam que o Boletim Epidemiológico divulgado na última quarta-feira (13), indica que há 202.574 casos até então confirmados de COVID-19, com taxa de ocupação de leitos de UTI para Covid-19 de 68,54% nos municípios que compõe a Grande Ilha e de 71, 88 % em Imperatriz.


A recomendação, solicita, dentre outros dispositivos legais, a observância do Decreto Nº 36.203, de 30 de setembro de 2020, no qual fica vedada qualquer aglomeração de pessoas em local público ou privado, em face da realização de eventos, encontros, reuniões e similares etc., que ultrapasse o quantitativo máximo de 150 pessoas por evento.


Ainda expôs que o Governo do Estado elaborou o Plano de Contingência, assim como também vem adotando, durante os derradeiros meses, medidas de prevenção, controle e contenção de riscos, danos e agravos à saúde pública, em especial os decorrentes do Coronavírus.


As Defensorias foram enfáticas em informar que, se necessário, serão tomadas medidas judiciais para assegurar o cumprimento da presente recomendação e o respeito aos direitos da população mais vulnerável. A resposta à recomendação deverá ser enviada às instituições no prazo de 24 horas, informando as medidas implementadas ou as razões para o não acolhimento do recomendado.

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Professor de Nutrição esclarece mitos que envolvem o alimento


De acordo com a última Pesquisa de Orçamentos Familiares (POF) do IBGE, o trigo contribui com cerca de 18% das calorias na mesa do brasileiro. Segundo Rodrigo Ruegg, professor de Nutrição da Estácio, o alimento, tido como vilão por muitos, tem sim os seus benefícios e pode ser inserido na dieta de forma equilibrada, com ajuda de nutricionistas.

“O trigo é rico em carboidratos, vitaminas do complexo B e fibras quando na sua forma integral, o que acaba sendo um grande aliado no auxílio para o controle intestinal, saciedade e bons níveis de glicose e gorduras no sangue”, explica. Rodrigo esclarece que o trigo em si não possui nenhum malefício, a não ser para quem tem doença celíaca - distúrbio intestinal autoinmune desencadeado pelo glúten - proteína presente no trigo.

“Infelizmente, diante disso, o glúten foi demonizado e o mercado de produtos sem esse ingrediente emergiu com promessas de serem mais saudáveis, e até mesmo de emagrecimento, o que não é verdade”, afirma o professor de Nutrição.

Rodrigo ainda faz o alerta de que a retirada do glúten da dieta de indivíduos saudáveis pode trazer complicações. “A Sociedade Brasileira de Alimentação e Nutrição orienta que o corte dos alimentos com trigo da dieta pode trazer efeitos deletérios sobre a microbiota intestinal de pessoas saudáveis. E a American Heart Association relaciona essa retirada com um maior risco de desenvolvimento de diabetes do tipo 2, devido à redução do consumo de fibras que estão presentes em alimentos com glúten”, alerta.

De acordo com pesquisa da Associação Brasileira das Indústrias de Biscoitos, Massas Alimentícias e Pães & Bolos Industrializados (Abimapi), o consumo desses produtos durante a pandemia aumentou em 15% a demanda por trigo no Brasil. Para o especialista, o problema está na falta de equilíbrio no consumo de produtos refinados e integrais.

“Boa parte dos alimentos contendo trigo tem o custo mais acessível, o que acaba sendo um forte argumento para a maioria dos brasileiros. O problema é que hoje em dia o consumo de trigo refinado é muito maior do que o integral, mas não podemos condenar o uso de produtos refinados quando há um equilíbrio, o que pode ser planejado por um nutricionista”, afirma.

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