Um bichinho de estimação na infância: o que você precisa saber para escolher um novo amigo

De acordo com especialistas, os animais indicados para essa relação são os mais dóceis e pacientes


Quem teve um bichinho de estimação na infância com certeza carrega boas lembranças desse convívio. Segundo a Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP), a relação com os animais faz com que os pequenos se aperfeiçoem nas habilidades motoras e aprendam ensinamentos valiosos.



A médica veterinária do PetMania, Shirley Fonseca, destaca a importância desse convívio. “Estimula a capacidade afetiva, comportamental, social e emocional da criança, assim como ajuda no desenvolvimento da criança, dando o senso da responsabilidade de cuidar, criar e outros fatores. Este convívio também estimula a autoconfiança da criança, assim como ajuda nas atividades físicas”.


De acordo com a especialista, os animais mais indicados para essa relação são os mais dóceis e pacientes, aqueles que não se estressam com barulho e agitação da criança. “Cães, gatos, porquinhos da Índia, coelhos, peixes, calopsitas, estão na lista dos pets mais indicados. Dentre as raças de cães mais indicados, estão o shih tzu, lhasa apso, spitz alemão, poodle, border collie, dentre tantas outras que, se cuidados de forma correta, mostram-se mansos e pacientes”, pontua.


A médica veterinária acrescenta que o animal pode fazer parte da vida dos pequenos desde os primeiros anos de vida, o importante é que o pet esteja saudável. “A recomendação é que a criança já tenha certo grau de entendimento para evitar acidentes e perceba que o animalzinho é parte integrante da família”, analisa.



A psicóloga do Hapvida Saúde, Celiane Lopes, ressalta outros benefícios estudados desta relação. “A capacidade afetiva são alguns dos aspectos positivos mais conhecidos. Ora, ter um companheiro ensina a interpretar os sentimentos e necessidades de outro ser, o que ajuda a trabalhar empatia, além do estímulo à comunicação não verbal e do carinho com o próximo”, pontua.


Confira outros benefícios:


• Mais atividades físicas: a maior parte das brincadeiras com cão ou gato estimulam a se movimentar. Crianças estão se tornando mais sedentárias em função do entretenimento digital.


• Conforto emocional: pesquisas científicas mostram que a presença de um pet pode facilitar a comunicação, expressão de emoções e a concentração.


• Sociabilização: passear com um cão (e um adulto) facilita as interações com outras pessoas. Se relacionar durante um passeio pode ser um treino legal para crianças tímidas se tornarem mais sociais.


• Educação e estabelecimento de limites: os pais podem mostrar a importância de impor limites e como fazer isso de forma amorosa. A criança, dependendo da idade, pode ajudar nessa educação.


• Mudança comportamental: crianças que aprendem a adestrar seus pets usando reforços positivos, entendem como as recompensas podem ser utilizadas para ensinar e motivar comportamentos desejados.

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